"aliás, o edu era melhor que o pelé" (mn, e mostra um gol lndo do edu)
"aqui o pelé marcou seu milésimo gol e o fulano vai jogar sua prmiera partida pelo" (fernando fernandes)
"olha aí o santos, com a sua camisa branca, que o mn tanto gosta, cheia de publicidade" (luciano do valle)
- "pô, tá cheio de câmera lá, falta de respetio meu, lugar sagrado" (neto, sobre a entrada dos jogadores no santos)
" - o que é o marcanã, fulano?"
"é, o importante é ganhar o jogo" (fulano)
*
“tem tanta gente que fala tão bem português e não ganha dez por cento do que eu ganho" (neto)
novo blog
domingo, 5 de setembro de 2010
sábado, 4 de setembro de 2010
plínio
enquanto toda a discussão política no brasil hoje é sobre dossiês e a filha do serra, vale relembrar um dos pontos principais do programa de plínio:
TECNOLOGIA
Financiar desenvolvimento de tecnologia para construção de turbinas eólicas pela Embraer, sem abandonar a luta pela re-estatização da empresa
PS: por que, em alagoas, estado dos usineiros, plínio não chega a 1% das intenções de voto?
TECNOLOGIA
Financiar desenvolvimento de tecnologia para construção de turbinas eólicas pela Embraer, sem abandonar a luta pela re-estatização da empresa
PS: por que, em alagoas, estado dos usineiros, plínio não chega a 1% das intenções de voto?
éolo
A boa disputa entre fazendas de vento e de cana
04/09/2010 - 10:31
O avanço na produção e comercialização de energia eólica no Brasil tem incomodado produtores de biomassa (como o bagaço queimado usado geração de energia elétrica, resultante da moagem de cana em usinas). Dizem que as “fazendas de vento” têm se beneficiado de financiamentos diferenciados e isenções de impostos. Considerando os leilões de energia elétrica em 2010, o preço médio do MWh contratado ficou em R$ 130,86 na eólica e R$ 144,20 na biomassa, de acordo com matéria publicada neste sábado pelo jornal Folha de S. Paulo.
Injusta a gritaria dos produtores de cana, uma vez que bilhões em apoios e isenções fluíram para o setor desde o Proálcool na década de 70. E continuam fluindo, haja visto o apoio dado pelo governo federal, através de suas instituições de fomento, ao setor sucroalcooleiro. Que, nos últimos anos, ganhou até um garoto-propaganda de luxo, o próprio presidente da República.
Mesma sorte não teve outras tecnologias como as de produção de energia eólica e solar. Enquanto outros países incorporaram os gigantes cataventos brancos à sua paisagem, nós ainda nos surpreendemos quando avistamos um por aqui. Isso sem falar dos painéis fotovoltaicos que, no Brasil, ainda são coisa rara enquanto que, em alguns países europeus, ocupam os telhados das casas transformando residências em pequenas usinas – que podem tanto consumir da rede quanto abastecê-la. Ou seja, qualquer incentivo dado nessa área será até pouco comparado com o tempo perdido.
Que o lobby do setor sucroalcooleiro fará pressão, isso é esperado e faz parte do jogo democrático. O governo, contudo, deve pensar na qualidade de vida das futuras gerações (no ar que respiramos, na água que bebemos, na garantia que a terra seja prioritariamente destinada para a produção de comida), que depende das decisões que tomarmos agora, mesmo que elas custem mais dinheiro público no curto prazo.
Vale ressaltar que, se por um lado, a produção de cana traz riqueza, por outro demonstra não ter conseguido resolver os graves casos de impactos sociais, ambientais e trabalhistas que rondam as lavouras. Da contaminação de aquíferos ao trabalho escravo, há muito o que melhorar no setor para que ele possa ser considerado, como um todo, limpo.
Ou seja, se este incômodo trouxer uma competição para ver quem causa menos problemas, ótimo. É um incômodo pra lá de bem-vindo.
PS: Não estou nem tocando nos impactos da hidroeletricidade das grandes obras porque senão vira covardia. É mais barata, claro, mas pergunte para as comunidades que estão sendo substituídas a toque de caixa por barragens o que elas acham disso…
(http://blogdosakamoto.uol.com.br/2010/09/04/a-boa-disputa-entre-fazendas-de-vento-e-de-cana/)
04/09/2010 - 10:31
O avanço na produção e comercialização de energia eólica no Brasil tem incomodado produtores de biomassa (como o bagaço queimado usado geração de energia elétrica, resultante da moagem de cana em usinas). Dizem que as “fazendas de vento” têm se beneficiado de financiamentos diferenciados e isenções de impostos. Considerando os leilões de energia elétrica em 2010, o preço médio do MWh contratado ficou em R$ 130,86 na eólica e R$ 144,20 na biomassa, de acordo com matéria publicada neste sábado pelo jornal Folha de S. Paulo.
Injusta a gritaria dos produtores de cana, uma vez que bilhões em apoios e isenções fluíram para o setor desde o Proálcool na década de 70. E continuam fluindo, haja visto o apoio dado pelo governo federal, através de suas instituições de fomento, ao setor sucroalcooleiro. Que, nos últimos anos, ganhou até um garoto-propaganda de luxo, o próprio presidente da República.
Mesma sorte não teve outras tecnologias como as de produção de energia eólica e solar. Enquanto outros países incorporaram os gigantes cataventos brancos à sua paisagem, nós ainda nos surpreendemos quando avistamos um por aqui. Isso sem falar dos painéis fotovoltaicos que, no Brasil, ainda são coisa rara enquanto que, em alguns países europeus, ocupam os telhados das casas transformando residências em pequenas usinas – que podem tanto consumir da rede quanto abastecê-la. Ou seja, qualquer incentivo dado nessa área será até pouco comparado com o tempo perdido.
Que o lobby do setor sucroalcooleiro fará pressão, isso é esperado e faz parte do jogo democrático. O governo, contudo, deve pensar na qualidade de vida das futuras gerações (no ar que respiramos, na água que bebemos, na garantia que a terra seja prioritariamente destinada para a produção de comida), que depende das decisões que tomarmos agora, mesmo que elas custem mais dinheiro público no curto prazo.
Vale ressaltar que, se por um lado, a produção de cana traz riqueza, por outro demonstra não ter conseguido resolver os graves casos de impactos sociais, ambientais e trabalhistas que rondam as lavouras. Da contaminação de aquíferos ao trabalho escravo, há muito o que melhorar no setor para que ele possa ser considerado, como um todo, limpo.
Ou seja, se este incômodo trouxer uma competição para ver quem causa menos problemas, ótimo. É um incômodo pra lá de bem-vindo.
PS: Não estou nem tocando nos impactos da hidroeletricidade das grandes obras porque senão vira covardia. É mais barata, claro, mas pergunte para as comunidades que estão sendo substituídas a toque de caixa por barragens o que elas acham disso…
(http://blogdosakamoto.uol.com.br/2010/09/04/a-boa-disputa-entre-fazendas-de-vento-e-de-cana/)
quarta-feira, 1 de setembro de 2010
ghiraldelli
"Deu tiririca na democracia?
"Aquele que se preocupa em censurar Tiririca ou deslegitimá-lo por conta do tipo de sua campanha é bem pior que o eleitor do Tiririca. Se os candidatos que se dizem os guardiões das “propostas sérias” não conseguem competir com Tiririca, então, eles que paguem o preço de serem desinteressantes e, no limite, burros.
Atriz pornô, palhaço, candidatos excêntricos em geral não podem ser calados por serem o que são. Quem tem algo contra o tipo de campanha dos excêntricos, que use do espaço eleitoral para criticá-los. Agora, querer dizer que a democracia fica maculada por gente como eles, já é demais. Pior ainda é se, junto com o malfadado “ficha limpa”, apareça também uma legislação dizendo que para ser candidato é necessário vir à TV de terno e gravata e dizer a frase “vou dar saúde e educação”. Isso sim macula a democracia.
Tiririca tem uma mensagem clara. Os candidatos que dizem “vou dar saúde e educação” ou “sou candidato ficha limpa” não possuem plataforma nenhuma. Não possuem nenhum programa de ação. Nada. Falam o que todos falam. Falam o que é a modinha. Repetem o que está no texto que lhes foi dado pelo próprio sujeito que os filmou, em uma rodada única, fazendo serviço para o partido.
Agora, Tiririca é diferente. Ele está dizendo de modo definitivo: “se a competição é para chamar a atenção, eu consigo chamar a atenção”. Será eleito? Não importa! Enéas foi eleito por fazer graça. Era uma graça trágica, pois em uma segunda vez seu espaço aumentou e, então, ele fez uma campanha de coloração fascista. Enéas foi acusado de corrupção e, ao final da vida, estava no Programa Pânico na TV, tentando entender as brincadeiras postas ali e buscando amenizar sua imagem de “durão da direita” ou “seguidor de Hitler” e até mesmo de “doutor Silvana”. O Congresso é uma escola. Ali, Há mais gente experiente e que faz política útil do que muitos imaginam. Os que entram lá como Clodoviu, logo percebem que aquela Casa não é o palco do Chacrinha e que, mais cedo ou mais tarde, a palhaçada cansa principalmente o que votaram nele.
Para ficar no Congresso é preciso representar um grupo social. Quem fica mais de um mandato, certamente representa. Quem não representa, acaba caindo fora. Caso Tiririca entre e só represente ele mesmo, não faça seus projetos procurando identificar seu eleitor, na eleição seguinte será substituído por outro palhaço. O espaço do excêntrico está reservado. Mas o excêntrico que aposta que sem fazer nada ele continuará se elegendo, tem logo a ingrata surpresa. A cada eleição, a parcela minoritária, que vota no excêntrico, escolhe outro excêntrico.
É necessário sermos verdadeiramente democráticos para entendermos a democracia de modo a deixá-la funcionar. E isso sem esse excesso de zelo que uma parte da classe média gosta de mostrar que possui. Aliás, essa classe média é exatamente aquela que vota naqueles que também são excêntricos – os excentricamente conservadores, os excentricamente tecnocratas, os excentricamente pobres-eternos, mesmo quando isso seja uma grande mentira."
©2010 Paulo Ghiraldelli Jr., filósofo, escritor e professor da UFRRJ.
(http://ghiraldelli.pro.br/2010/09/01/deu-tiririca-na-democracia/)
"Aquele que se preocupa em censurar Tiririca ou deslegitimá-lo por conta do tipo de sua campanha é bem pior que o eleitor do Tiririca. Se os candidatos que se dizem os guardiões das “propostas sérias” não conseguem competir com Tiririca, então, eles que paguem o preço de serem desinteressantes e, no limite, burros.
Atriz pornô, palhaço, candidatos excêntricos em geral não podem ser calados por serem o que são. Quem tem algo contra o tipo de campanha dos excêntricos, que use do espaço eleitoral para criticá-los. Agora, querer dizer que a democracia fica maculada por gente como eles, já é demais. Pior ainda é se, junto com o malfadado “ficha limpa”, apareça também uma legislação dizendo que para ser candidato é necessário vir à TV de terno e gravata e dizer a frase “vou dar saúde e educação”. Isso sim macula a democracia.
Tiririca tem uma mensagem clara. Os candidatos que dizem “vou dar saúde e educação” ou “sou candidato ficha limpa” não possuem plataforma nenhuma. Não possuem nenhum programa de ação. Nada. Falam o que todos falam. Falam o que é a modinha. Repetem o que está no texto que lhes foi dado pelo próprio sujeito que os filmou, em uma rodada única, fazendo serviço para o partido.
Agora, Tiririca é diferente. Ele está dizendo de modo definitivo: “se a competição é para chamar a atenção, eu consigo chamar a atenção”. Será eleito? Não importa! Enéas foi eleito por fazer graça. Era uma graça trágica, pois em uma segunda vez seu espaço aumentou e, então, ele fez uma campanha de coloração fascista. Enéas foi acusado de corrupção e, ao final da vida, estava no Programa Pânico na TV, tentando entender as brincadeiras postas ali e buscando amenizar sua imagem de “durão da direita” ou “seguidor de Hitler” e até mesmo de “doutor Silvana”. O Congresso é uma escola. Ali, Há mais gente experiente e que faz política útil do que muitos imaginam. Os que entram lá como Clodoviu, logo percebem que aquela Casa não é o palco do Chacrinha e que, mais cedo ou mais tarde, a palhaçada cansa principalmente o que votaram nele.
Para ficar no Congresso é preciso representar um grupo social. Quem fica mais de um mandato, certamente representa. Quem não representa, acaba caindo fora. Caso Tiririca entre e só represente ele mesmo, não faça seus projetos procurando identificar seu eleitor, na eleição seguinte será substituído por outro palhaço. O espaço do excêntrico está reservado. Mas o excêntrico que aposta que sem fazer nada ele continuará se elegendo, tem logo a ingrata surpresa. A cada eleição, a parcela minoritária, que vota no excêntrico, escolhe outro excêntrico.
É necessário sermos verdadeiramente democráticos para entendermos a democracia de modo a deixá-la funcionar. E isso sem esse excesso de zelo que uma parte da classe média gosta de mostrar que possui. Aliás, essa classe média é exatamente aquela que vota naqueles que também são excêntricos – os excentricamente conservadores, os excentricamente tecnocratas, os excentricamente pobres-eternos, mesmo quando isso seja uma grande mentira."
©2010 Paulo Ghiraldelli Jr., filósofo, escritor e professor da UFRRJ.
(http://ghiraldelli.pro.br/2010/09/01/deu-tiririca-na-democracia/)
Coca-Cola lança embalagem para parecer saudável
Com o objetivo de criar no consumidor a percepção de que seu produto faz bem à saúde, a Coca-Cola mudará a embalagem de sua linha de refrigerantes. Ao longo dos próximos meses, as latas de alumínio e garrafas pet serão substituídas por caixinhas Longa Vida.“Recentemente compramos algumas empresas de sucos pelo mundo. Esses sucos, mesmo com tantos conservantes, parecem naturais somente por causa da embalagem e por isso vendem muito mais”, revelou Fabio Plummer, diretor de marketing da FEMSA, distribuidora da Coca na América Latina.
“Com a nova embalagem, trazemos uma aparência renovada para nossas bebidas, além de oferecer um prazo de validade muito maior”, explicou Plummer.
Após meses de planejamento, o projeto foi recentemente aprovado pela matriz da empresa em Atlanta, Estados Unidos. O CEO da Coca-Cola, John Allen, confirmou a intenção de expandir a ideia brasileira para o resto do mundo.
“Os resultados da pesquisa de mercado são impressionantes! Mais de 70% dos entrevistados disseram que comprariam o novo produto, mesmo sem mudarmos nada por dentro. O brasileiro realmente é um povo criativo!”, comemorou Allen.
Além da adoção da embalagem Longa Vida, os executivos da empresa negociam com os supermercados a mudança na exposição dos refrigerantes. Para consolidar a imagem saudável, a Coca-Cola deverá ser colocada sempre entre os sucos e os leites.
Segundo Plummer, a Coca-Cola também criou campanhas para promover a validade maior do produto, que agora pode chegar a 20 anos. “Com o novo posicionamento, as pessoas poderão criar adegas em sua casa com Coca-Colas de diferentes safras que podem ser envelhecidas na própria caixinha”, explicou o diretor.
2 de agosto de 2010 | por Francisco Faria Nunes, da Agência Barrelas
* Francisco Faria Nunes viajou a Atlanta e em seguida a Orlando a convite da FEMSA do Brasil.
(http://www.diariodebarrelas.com.br/2010/08/02/coca-cola-lanca-nova-embalagem-para-parecer-saudavel/)
sábado, 28 de agosto de 2010
dentadura venezuelana
"Algumas pessoas rifam TV e nós decidimos oferecer isso. É um prêmio interessante e há bastante procura", disse o candidato da oposição, Gustavo Rojas, a agência de notícias Reuters.
(do uol)
sexta-feira, 27 de agosto de 2010
todo mundo
"amigos, parentes e pessoas foram ao velório" (sbt, antes da ana raio)
*
depois falaram sobre um cara que matou o vizinho por causa de barulho (provavelmente vai ser julgado por 'motivo fútil'... um filme bom sobre o assunto é 'Passando dos Limites', com Tim Robbins)
*
depois falaram sobre um cara que matou o vizinho por causa de barulho (provavelmente vai ser julgado por 'motivo fútil'... um filme bom sobre o assunto é 'Passando dos Limites', com Tim Robbins)
inter de milão e atlético de madrid
“não, se a inter de milão, a seleção brasileira, precisarem do lúcio pra cobrar falta, é brincadeira, volta éder, volta dicá, nelinho, marcelinho, eu” (neto, sobre cobrança errada de lúcio)
milho tonto
O nome coentro deriva do grego koris, que significa percevejo. As folhas e as sementes ainda verdes possuem um cheiro semelhante àquele encontrado nas roupas de cama infestadas pelo inseto; porém, uma vez que as sementes amadurecem perdem este odor característico; no entanto as folhas não, infelizmente.O óleo das sementes pode ser utilizado em perfumes, licores e até mesmo no gim. Outro nome menos conhecido do coentro é “milho tonto”, pois supostamente quando uma pessoa inala o aroma de uma semente recém esmagada, isto pode causar tontura. O coentro também é uma excelente fonte de fibras dietéticas, ferro, magnésio e manganês.
(uol gastronomia)
meus heróis não morreram de overdose (esta faz tempo que não morreu)
Uma quarta personagem que participou do festival da Record em 1967, a cantora Rita Lee, veio a público nesta quinta-feira declarar seu voto, ou melhor, seu “não-voto” nestas eleições. No Twitter, Rita falou mal de Dilma, Serra, Marina e, até, de Plínio de Arruda Sampaio (PSOL).
Todos os candidatos a incomodam, escreveu, porque são cercados por diferentes “corjas”. No caso de Dilma, José Dirceu, “o Darth Vader do Sítio do Pica-pau Amarelo”. Serra, por causa de Orestes Quércia, “o conde Drácula de Campinas”. Marina, em função de “sua igreja, o cristianismo pré histórico”. E Plínio, em razão de Stálin, “o ditador do MST”.
(Rita Lee, Folha de SP, 26-08-10)
Todos os candidatos a incomodam, escreveu, porque são cercados por diferentes “corjas”. No caso de Dilma, José Dirceu, “o Darth Vader do Sítio do Pica-pau Amarelo”. Serra, por causa de Orestes Quércia, “o conde Drácula de Campinas”. Marina, em função de “sua igreja, o cristianismo pré histórico”. E Plínio, em razão de Stálin, “o ditador do MST”.
(Rita Lee, Folha de SP, 26-08-10)
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