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segunda-feira, 18 de abril de 2011

matadouro de palmeira (ou 'o animal que ri')

http://www.4shared.com/video/70jmL5ht/matadouro.html


O vídeo é resultado da disciplina Seminário Integrador 2, do curso de Serviço Social da Ufal-Arapiraca, em 2009. Foi filmado por mim (interna) e por Jéssica Nayara (externa). Contamos com o apoio das colegas

O local é o Matadouro Municipal de Palmeira dos Índios,  novembro de 2009. Nesse dia, demos a sorte de ser uma quarta-feira, e haver apenas um boi para ser morto e levado para o Mercado. No dia da feira da cidade, são dezenas e dezenas de animais mortos assim, por outros animais, frios e cruéis. Não são sacrificados, pelo contrário. O ‘fazer sagrado’ do holocausto grego (a oferta de cem bois a Zeus), por exemplo, está muito longe do que ocorre na sociabilidade capitalista, onde vê-se apenas o produto, a mercadoria, a carne virtual contida em tantos e tantos indivíduos inocentes como esse. Sem contar as condições de higine do local, obviamente.

(Contém cenas fortes.)

cine-rock

programação no blog:
http://ufalprocinema.blogspot.com/

domingo, 17 de abril de 2011

mick jagger


http://virgula.uol.com.br/ver/noticia/musica/2011/04/17/273592-filha-de-mick-jagger-estampara-capa-da-playboy




ponte vence o palmeiras, mas a manchete é o frango do goleiro

Tradução da Odisseia por Manuel Odorico Mendes.
Disponível em http://pt.scribd.com/doc/17356868/Homero-Odisseia-Em-Verso-Portugues-por-Manoel-Odorico-Mendes

homero













Clicando no 'play' da primeira página ( http://prosoidia.com/odyssey-i-1-21/ ), pode-se escutar os versos da Odisséia, tais como teriam sido pronunciados pelos antigos gregos, após cuidadosa reconstituição histórica. Ao lado, a página do Projeto Perseus, que contém a íntegra dos textos clássicos em grego e latim, editados e disponíveis gratuitamente para leitura há décadas.

ufal - site de produção do conhecimento


http://producaom.wikidot.com/

sábado, 16 de abril de 2011

sexta-feira, 15 de abril de 2011

quinta-feira, 14 de abril de 2011

enciclopedia jagunça

YAUARETÊ

(Milton Nascimento e Fernando Brant)

Senhora do fogo

Maria Maria

onça verdadeira me ensina a ser realmente o que sou

põe a sua língua na minha ferida, vem contar o que eu fui

me mostra meu mundo

quero ser jaguaretê

Meu parente, minha gente, cadê a família onde eu nasci

cadê meu começo, cadê meu destino e fim?

para quê eu estou por aqui?

Senhora da noite

senhora da vastidão

ouvir pegadas e pegar

seguir a sina de sangrar pra se alimentar

tem de guerrear, lutar, matar para sobreviver

pois assim é a vida

Quem vem lá? É onça que já vem comer

quero ser a onça, meu jaguaretê

quero onçar aqui no meu terreiro

vou onçar sertão e mundo inteiro

já está na hora da onça beber o seu

vou dançar com a lua lá no céu

*

do cd que minha mãe me deu de presente, na defesa da tese: yauaretê