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sábado, 7 de maio de 2011
hino nacional, por luan santana
pior que a vanusa!!
http://uolesporte.blogosfera.uol.com.br/2011/05/01/luan-santana-passa-ridiculo-ao-cantar-hino-nacional-na-f-indy/
sexta-feira, 6 de maio de 2011
barrelas (nietzsche)
Microfone vaza e Faustão critica Nietzsche ao vivo na TV
25 de abril de 2011 |
Sem saber que estava no ar, Faustão fez duras críticas ao pensador alemão.
O apresentador Fausto Silva lamentou por meio de uma nota na manhã desta segunda-feira as palavras proferidas na última edição do Domingão do Faustão.
Na tarde de ontem, sem saber que o áudio de seu microfone estava sendo transmitido, Faustão teceu duras críticas ao filósofo alemão Friedrich Nietzsche.
Foi durante a exibição do quadro Vídeo Cassetadas, que Faustão vociferou contra o pensador niilista.
“Que merda, Nietzsche! Uma crítica da moral não pode ser uma contra-moral afirmativa, muito menos orientada por uma negação abstrata de toda moral!”, disse o apresentador enquanto a TV exibia um jovem escorregando de sua bicicleta em um vídeo de 1988.
Quando notou que estava no ar, Faustão tentou corrigir. “Ô loco, meu, olha aí bicho, vem aí ‘Como sacanear o cunhado’, agora, nas cassetadas do domingão”, soltou constrangido.
A gafe de Faustão teria repercutido muito mal nos bastidores da TV Globo, que tradicionalmente defende em sua programação o legado da obra de Nietzsche e valores como o racionalismo e a não-indubitabilidade da verdade.
Mais tarde, o apresentador da TV Record Gugu Liberato, sabendo da falha do concorrente, também chegou a ironizar o comentário de Faustão.
“Meu amigo Fausto, a rudeza e as contradições de Nietzsche devem ser interpretadas como testemunhas da dureza e das contradições objetivas, que outros filósofos não observaram ou até encobriram”, alfinetou Gugu durante seu programa.
A Globo ainda não se manifestou sobre o caso.http://www.diariodebarrelas.com.br/2011/04/25/microfone-vaza-e-faustao-critica-nietzsche-ao-vivo-na-tv/
quinta-feira, 5 de maio de 2011
enciclopédia jagunça (releitores de rosa)
Texto meu ("Releitores de Rosa"), contendo trechos da dissertação de mestrado, publicado no n.45, v.1 da Revista Leitura, do PPGLL da UFAL - Maceió: http://www.seer.ufal.br/index.php/revistaleitura/article/view/244
O texto sai publicado quase dois anos depois de eu tê-lo enviado, sem nunca haver recebido resposta alguma, nem mesmo acusando recebimento, de modo que já tinha até esquecido dele.
cqc / renan calheiros
Policiais do Senado tentaram nesta quarta-feira expulsar uma equipe do programa humorístico CQC, da TV Bandeirantes, depois que o repórter Danilo Gentili abordou o senador Renan Calheiros (PMDB-AL) nos corredores da Casa.
O repórter, um cinegrafista e um produtor foram convidados a se retirar do Senado depois que perguntaram a Renan se a sua indicação para o Conselho de Ética da Casa é semelhante à escolha do traficante Fernandinho Beira-Mar para o Ministério de Combate às Drogas.
quarta-feira, 4 de maio de 2011
terça-feira, 3 de maio de 2011
paródia
12 constantes formais da paródia (Antony Zahareas, 1979)
1) narrativa em 1ª pessoa (muitas vezes autobiográfica);
2) temática da delinqüência relacionada com a herança e a origem do pícaro;
3) o estilo pretensamente realista, mas na verdade conceptuoso;
4) a atitude anti-heróica do narrador;
5) o desvio das normas (nomeadamente no que diz respeito à honra);
6) a mobilidade protéica do pícaro;
7) a sátira das relações indivíduo-sociedade;
8) a estereotipização das outras personagens;
9) a dicção, que costuma ser paródia de literaturas idealistas;
10) a inclusão de máximas ou considerações ético-morais;
11) os motivos, dentre os quais: a genealogia, a necessidade, a sordidez, a fome, os enganos, as viagens, a violência etc.
12) o principal motivo do pícaro: a vontade de medrar.
*
“Hipertextualidade é toda relação que une um texto B (hipertexto) a um texto anterior A (hipotexto) sobre o qual se enxerta de uma maneira que não é a do comentário, mas que resulta de uma operação de transformação”. (Gerard Genette)
1) narrativa em 1ª pessoa (muitas vezes autobiográfica);
2) temática da delinqüência relacionada com a herança e a origem do pícaro;
3) o estilo pretensamente realista, mas na verdade conceptuoso;
4) a atitude anti-heróica do narrador;
5) o desvio das normas (nomeadamente no que diz respeito à honra);
6) a mobilidade protéica do pícaro;
7) a sátira das relações indivíduo-sociedade;
8) a estereotipização das outras personagens;
9) a dicção, que costuma ser paródia de literaturas idealistas;
10) a inclusão de máximas ou considerações ético-morais;
11) os motivos, dentre os quais: a genealogia, a necessidade, a sordidez, a fome, os enganos, as viagens, a violência etc.
12) o principal motivo do pícaro: a vontade de medrar.
*
“Hipertextualidade é toda relação que une um texto B (hipertexto) a um texto anterior A (hipotexto) sobre o qual se enxerta de uma maneira que não é a do comentário, mas que resulta de uma operação de transformação”. (Gerard Genette)
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