novo blog

terça-feira, 6 de julho de 2010

boris casoy, em 01/07/10

"ruim ou péssimo apenas para 3 por cento (dos brasileiros)" (sobre dunga)

em apoio a dunga


DÜRER. Crucifixão.
(imagem cuja descrição é o primeiro capítulo do 'Evangelho', de Saramago)

todo seu (tv gazeta)

“o futebol é também a ligação inconsciente entre o jogador e o torcedor” (cacá rosset, criticando a blindagem que dunga fez contra a imprensa)

kiko zambianchi, ronnie von, thunderbird e mais quatro celebridades discutindo a copa, numa mesa de bar. indescritível.

uruguai e holanda





"imagina o cérebro dele na hora da pancada que o cáceres deu" (neto)

robinho

livros para os jogadores da seleção

A Seleção Brasileira volta para casa – e a nossa vida começa a apontar para o norte do normal. Terrível blogar em dias de Copa do Mundo: a gente não está a fim de escrever e o mundo não está a fim de ler, torcendo para que os jogadores estejam a fim de alguma coisa. De qualquer modo, creio que eles terão uns dias de folga pela frente. Se fossem dados à leitura, poderiam ganhar da CBF livros com títulos personalizados – inspirados e inspiradores. Tem um para o Dunga também:

JÚLIO CÉSAR: O Buraco na Parede, Rubem Fonseca. Companhia das Letras.
GOMES: O Poste de Vapor, Ferenc Molnár. Cosac Naify.
DONI: Invisível, Paul Auster. Companhia das Letras.
———–
DANIEL ALVES: Fogo Pálido, Vladimir Nabokov. Companhia das Letras.
MAICON: O Inocente, Ian McEwan. Companhia das Letras.
GILBERTO MELO: Zero, Ignácio de Loyola Brandão. Global.
MICHEL BASTOS: Fogo Morto, José Lins do Rego. José Olympio.
——-
JUAN: O Senhor Vai Entender, Claudio Magris. Companhia das Letras
LÚCIO: O Bom Soldado, Ford Madox Ford. Alfaguara.
LUISÃO: Andando na Sombra, Doris Lessing. Companhia das Letras.
THIAGO SILVA: O Cavaleiro Inexistente, Italo Calvino. Companhia das Letras.
———-
GILBERTO SILVA: O Náufrago, Thomas Bernhard. Companhia das Letras.
JOSUÉ: O Inútil de Cada Um, Mário Peixoto. 7Letras.
FELIPE MELO: Junta-Cadáveres, Juan Carlos Onetti. Planeta.
RAMIRES: É Difícil Encontrar um Homem Bom, Flannery O’Connor. ARX.
JÚLIO BAPTISTA: O Homem Sem Qualidades, Robert Musil. Nova Fronteira.
ELANO: Homem em Queda, Don DeLillo. Companhia das Letras.
KAKÁ: O Santo Sujo, Humberto Werneck. Cosac Naify.
KLÉBERSON: O Estrangeiro, Albert Camus. Record.
———
ROBINHO: Diários de Bicicleta, David Byrne. Amarilys.
LUÍS FABIANO: Ilusões Perdidas, Honoré de Balzac. Estação Liberdade.
NILMAR: O Pequeno Príncipe, Antoine de Saint-Exupéry. Agir.
GRAFITE: Memórias de Adriano, Marguerite Yourcenar. Nova Fronteira.
______
DUNGA: Abraçado ao Meu Rancor, João Antônio. Cosac Naify.

(http://www.almirdefreitas.com.br/blog/?p=4564, apud http://blogdotorero.blog.uol.com.br/)

segunda-feira, 5 de julho de 2010

cqc

marco luque (falando sobre o danilo gentilli) – “um cuzão”
tas – “para com isso! ta parecendo o dunga.”

*

- se não fosse o mick jagger, esse desgraçado!, a gente não tinha o superpop

*

genial o 'guerreiro do hexa'

*

"eu sou judeu e torci pra alemanha (contra a argentina)" (rafinha)

mário prata

“Só então tive tempo para observar mais detidamente a casa do ex-bancário, onde estivera apenas uma vez, de noite e rapidamente. Comecei pela estante. Assim, pelo alto, calculei mais de dois mil livros. Todos policiais. Depois olhei umas naturezas-mortas nas paredes, não menos horríveis que os abajures e o lustre central. Tudo aquilo, mais o corroído tapete persa das Casas Bahia, dava um cheiro dos anos 50. Tinha cara de casa de mãe.
Parece que o Escobar leu o meu pensamento.
- Eu mantenho a casa do jeito que mamãe gosta. Inclusive o Dunga.
E apontou com o fundo da garrafa um cachorro bem vagabundo que dormia ao lado da lareira.
Olhei para o cachorro.
- Ele não acorda nunca?
- Está morto. Embalsamado.
Cheguei perto do cachorro.
- Sei.
Escobar se serviu de vinho e disse como quem diz que ta quente hoje:
- Eu que embalsamei.
- Sei.
Escobar pegou o Dunga no chão, sentou-se e o colocou no colo. Ficou alisando a cabeça dele.
- Tanatpraxia. Enquanto ainda estava no banco, fiz vários cursos de tanatopraxia. Um processo mais moderno que a taxidermia.
- Parece real.
- O quê?
- O cachorro.
- Mas é real! A palavra vem do grego. ‘Tánatos’, como você sabe, é morte em grego. ‘Práxis’ é prática. Ação – alisou mais um pouco o pelo da cabeça do cachorro – e rotina.
Eu não sabia muito bem o que pensar e nem como entrar no assunto.
- O processo não é complicado. A gente primeiro tira as vísceras do animal, e com a aplicação de produtos químicos para evitar...
Cortei:
- É mais informação do que preciso.
- É. O assunto não é muito agradável. Mas veja o resultado. Tenho aqui um bom companheiro. Não é, Dunga?
Dunga abanou o rabo, com a ajuda do ventríloquo, digamos assim.”
(PRATA, Mario. Os Viúvos: uma história com o detetive Fioravanti. São Paulo: Leya, 2010. Pp. 268s.)

grandes momentos do futebol

grandes momentos do futebol