novo blog

segunda-feira, 6 de setembro de 2010

cqc

“'o que que ela tem e eu não tenho?'” (pra marina, sobre dilma)
“com certeza, uns quilos a mais” (marina)

*

"não é esquisito esse dia do corinthians (100 anos) ser o 'dia da virada'?" (prum corintiano)
(crítica sobre o andres sanches, a copa, o lula e o pt)

tenta inflar o ego de marcelinho carioca:
"você tá muito humilde!" (andreolli)
"não, eu sempre fui assim, e.. e..." (marcelinho carioca)

*

pergunta sobre o "outro século" (!?) para a hortência (enfatiza a decadência de hortência)

*

"quando eu vejo vocês eu fico burra" (juliana didoni)

*

sandálias da humidade

luana piovani dá uma regulagem legal num deles, que perguntava sobre lepra logo antes de começar um espetáculo no teatro muncipal

*

chapa branca

mônica iozzi puxa o saco de marina, através de um assessor dela
foi respeitosa demais com ela, não fez sátira de verdade!
com serra e alcmkin o mesmo!

são covardes, no fundo!

democracia com cqc:
é só ficar bem na fita com o próximo governo, seja ele qual for... não tomam partido direito nem, principalmente, esquerdo...


8


quanto vcs tão ganhando por isso?" (pros cabos eleitorais do serra)
depois da eleição vcs vão virar porta-bandeira? (idem)

-

meus parabéns pro coritnthians, mas eu eu spu palmeirense (serra, pra mônica iozzi, sobre os 100 anos)
depois deixam ele repercutir


*

elke maravilha diz que toma ácido
"poluicão visual" "whoopi goldber albina" (marco luque e rafinha)

*

"30 milhões votariam em mim, se vc declarasse seu voto em mim" (serra)
"entao eu tou mais popular que o senhor, candidato" (mônica iozzi)

*

"a pergunta que não quer calar:
'o brito júnior deve apresentar a fazenda y?'" (cqc, sobre o plebiscito da reforma agrária. fraco)

*

mostra o lado "cristão, comunista e rico" de plínio, mas acho que tem bastante respeito pela contradição dele, o que é positivo
"o sujeito que tem dinheiro não é necessáriamentme um reacionário" (plínio)
"eu sou um traidor da minha classe" (plínio)
"legalizar as drogas culturais" "o vinho é um droga cultural, a maconha deve ser legalizada" (plínio)

tas chama a atenção para a maconha
tas: "o que que a maconha já fez nesse brasil??"
marco luque: "o plano real, por exemplo?"


*

videomontagem tirando sarro de paulo ricardo (que nos manda apreciar o valor financeiro de suas roupas), gianecchini e mazafera (que dá um selinho na bochecha de andreolli, depois dele mandar não sei quem o que tomar no cu com apito)
“muito obrigado por falar com a gente”(elogio ao gianequini !?)
“eu queria dar os parabéns pra “Isto É Gente porque botou a gente na capa” (tas??)

*

mostrou o pânico na tv ganhando um prêmio da tv, como melhor humorístico de 2010!
depois tas imita (muito bem) o charles enriquepédia, mandando um abraço pra ele, de felicitações

*

"nossa, tá passando cocoon na globo agora" (rafinha bastos) (não tava)


*

"documento da semana" (tas)
"até q ponto o eleitor sabe votar?" (como enquete pro 'povão' e pra globais aculturados)

"já encontrou algum jogador de futebol?"
"já encontei mas não atendi" (transexxual)

"eu vou acabar com o cigarro, com a drogas e com o fumo" (jader fulam, 7171)

dá uma baita regulagem num velhinho analfaneto político!

"eu já ouvi falar nesse jader furlan, eu nunca ouvi falar mal dele" (popular)

*

valem-se da credibilidade do 'voto consciente', da 'hanseníase'...

*

"
não sei por que esse pessoal fica perguntando se eu sou viado" (tas, sobre lobão ter desviado da pergunta do 'se tas era gilete', sic)
(trazem a palmirinha como suposta décima integrante do programa)


padrão globo de qualidade pra pior

o busão do brasil tá na chapada diamantina e só passa as imagens dos caras e das minas dentro do tal e mais vinhetas (band)

*

hebe

*

ana raio e zé trovão zapeados

pra marina, vá lá


(fotomontagem de Susan Buck-Morss. O ensaio sobre 'A origem da obra de arte na era de sua reprodutibilidade técnica' reconsiderado, a partir de foto original de Charles Darwin)

apesar de você


nunca morrerá de overdose!

(no entanto, confira http://www1.folha.uol.com.br/fsp/opiniao/fz0609201003.htm

família band

ainda tá a mesma coisa da época da copa, mn obrigando denílson a pagar mico
"mas que cumprimento (de mão) mais bichístico" (mn)

*

mn traz o esposo da tiazinha e passa imagens dela vestida de tiazinha
"para com isso, ela é minha" (saretta)
"ela é maravilinda" (denílson, sic)

errata: o cara é noivo da tiazinha

meus heróis não morreram de overdose

"... José Serra, homem público, de todos conhecido por seu desempenho ao longo das décadas e por capacidade realizadora comprovada. Enquanto ele apresenta ao eleitor uma ampla lista de realizações indiscutivelmente importantes, no plano da educação, da saúde, da ampliação dos direitos do trabalhador e da cidadania, Dilma nada tem a mostrar, uma vez que sua candidatura é tão simplesmente uma invenção do presidente Lula, que a tirou da cartola, como ilusionista de circo que sabe muito bem enganar a plateia.
A possibilidade da eleição dela é bastante preocupante, porque seria a vitória da demagogia e da farsa sobre a competência e a dedicação à coisa pública. Foi Serra quem introduziu no Brasil o medicamento genérico; tornou amplo e efetivo o tratamento das pessoas contaminadas pelo vírus da Aids, o que lhe valeu o reconhecimento internacional. Suas realizações, como prefeito e governador, são provas de indiscutível competência. E Dilma, o que a habilita a exercer a Presidência da República? Nada, a não ser a palavra de Lula, que, por razões óbvias, não merece crédito.
O povo nem sempre acerta. Por duas vezes, o Brasil elegeu presidentes surgidos do nada -Jânio e Collor. O resultado foi desastroso. Acha que vale a pena correr de novo esse risco?"
(Ferreira Gullar, "Vamos Errar de Novo?". Folha de SP, 05/09/10)

domingo, 5 de setembro de 2010

família band

"aliás, o edu era melhor que o pelé" (mn, e mostra um gol lndo do edu)
"aqui o pelé marcou seu milésimo gol e o fulano vai jogar sua prmiera partida pelo" (fernando fernandes)
"olha aí o santos, com a sua camisa branca, que o mn tanto gosta, cheia de publicidade" (luciano do valle)
- "pô, tá cheio de câmera lá, falta de respetio meu, lugar sagrado" (neto, sobre a entrada dos jogadores no santos)
" - o que é o marcanã, fulano?"
"é, o importante é ganhar o jogo" (fulano)

*

“tem tanta gente que fala tão bem português e não ganha dez por cento do que eu ganho" (neto)

sábado, 4 de setembro de 2010

plínio

enquanto toda a discussão política no brasil hoje é sobre dossiês e a filha do serra, vale relembrar um dos pontos principais do programa de plínio:

TECNOLOGIA
Financiar desenvolvimento de tecnologia para construção de turbinas eólicas pela Embraer, sem abandonar a luta pela re-estatização da empresa

PS: por que, em alagoas, estado dos usineiros, plínio não chega a 1% das intenções de voto?

éolo

A boa disputa entre fazendas de vento e de cana
04/09/2010 - 10:31

O avanço na produção e comercialização de energia eólica no Brasil tem incomodado produtores de biomassa (como o bagaço queimado usado geração de energia elétrica, resultante da moagem de cana em usinas). Dizem que as “fazendas de vento” têm se beneficiado de financiamentos diferenciados e isenções de impostos. Considerando os leilões de energia elétrica em 2010, o preço médio do MWh contratado ficou em R$ 130,86 na eólica e R$ 144,20 na biomassa, de acordo com matéria publicada neste sábado pelo jornal Folha de S. Paulo.

Injusta a gritaria dos produtores de cana, uma vez que bilhões em apoios e isenções fluíram para o setor desde o Proálcool na década de 70. E continuam fluindo, haja visto o apoio dado pelo governo federal, através de suas instituições de fomento, ao setor sucroalcooleiro. Que, nos últimos anos, ganhou até um garoto-propaganda de luxo, o próprio presidente da República.

Mesma sorte não teve outras tecnologias como as de produção de energia eólica e solar. Enquanto outros países incorporaram os gigantes cataventos brancos à sua paisagem, nós ainda nos surpreendemos quando avistamos um por aqui. Isso sem falar dos painéis fotovoltaicos que, no Brasil, ainda são coisa rara enquanto que, em alguns países europeus, ocupam os telhados das casas transformando residências em pequenas usinas – que podem tanto consumir da rede quanto abastecê-la. Ou seja, qualquer incentivo dado nessa área será até pouco comparado com o tempo perdido.

Que o lobby do setor sucroalcooleiro fará pressão, isso é esperado e faz parte do jogo democrático. O governo, contudo, deve pensar na qualidade de vida das futuras gerações (no ar que respiramos, na água que bebemos, na garantia que a terra seja prioritariamente destinada para a produção de comida), que depende das decisões que tomarmos agora, mesmo que elas custem mais dinheiro público no curto prazo.

Vale ressaltar que, se por um lado, a produção de cana traz riqueza, por outro demonstra não ter conseguido resolver os graves casos de impactos sociais, ambientais e trabalhistas que rondam as lavouras. Da contaminação de aquíferos ao trabalho escravo, há muito o que melhorar no setor para que ele possa ser considerado, como um todo, limpo.

Ou seja, se este incômodo trouxer uma competição para ver quem causa menos problemas, ótimo. É um incômodo pra lá de bem-vindo.

PS: Não estou nem tocando nos impactos da hidroeletricidade das grandes obras porque senão vira covardia. É mais barata, claro, mas pergunte para as comunidades que estão sendo substituídas a toque de caixa por barragens o que elas acham disso…

(http://blogdosakamoto.uol.com.br/2010/09/04/a-boa-disputa-entre-fazendas-de-vento-e-de-cana/)

quarta-feira, 1 de setembro de 2010

ghiraldelli

"Deu tiririca na democracia?

"Aquele que se preocupa em censurar Tiririca ou deslegitimá-lo por conta do tipo de sua campanha é bem pior que o eleitor do Tiririca. Se os candidatos que se dizem os guardiões das “propostas sérias” não conseguem competir com Tiririca, então, eles que paguem o preço de serem desinteressantes e, no limite, burros.

Atriz pornô, palhaço, candidatos excêntricos em geral não podem ser calados por serem o que são. Quem tem algo contra o tipo de campanha dos excêntricos, que use do espaço eleitoral para criticá-los. Agora, querer dizer que a democracia fica maculada por gente como eles, já é demais. Pior ainda é se, junto com o malfadado “ficha limpa”, apareça também uma legislação dizendo que para ser candidato é necessário vir à TV de terno e gravata e dizer a frase “vou dar saúde e educação”. Isso sim macula a democracia.

Tiririca tem uma mensagem clara. Os candidatos que dizem “vou dar saúde e educação” ou “sou candidato ficha limpa” não possuem plataforma nenhuma. Não possuem nenhum programa de ação. Nada. Falam o que todos falam. Falam o que é a modinha. Repetem o que está no texto que lhes foi dado pelo próprio sujeito que os filmou, em uma rodada única, fazendo serviço para o partido.

Agora, Tiririca é diferente. Ele está dizendo de modo definitivo: “se a competição é para chamar a atenção, eu consigo chamar a atenção”. Será eleito? Não importa! Enéas foi eleito por fazer graça. Era uma graça trágica, pois em uma segunda vez seu espaço aumentou e, então, ele fez uma campanha de coloração fascista. Enéas foi acusado de corrupção e, ao final da vida, estava no Programa Pânico na TV, tentando entender as brincadeiras postas ali e buscando amenizar sua imagem de “durão da direita” ou “seguidor de Hitler” e até mesmo de “doutor Silvana”. O Congresso é uma escola. Ali, Há mais gente experiente e que faz política útil do que muitos imaginam. Os que entram lá como Clodoviu, logo percebem que aquela Casa não é o palco do Chacrinha e que, mais cedo ou mais tarde, a palhaçada cansa principalmente o que votaram nele.

Para ficar no Congresso é preciso representar um grupo social. Quem fica mais de um mandato, certamente representa. Quem não representa, acaba caindo fora. Caso Tiririca entre e só represente ele mesmo, não faça seus projetos procurando identificar seu eleitor, na eleição seguinte será substituído por outro palhaço. O espaço do excêntrico está reservado. Mas o excêntrico que aposta que sem fazer nada ele continuará se elegendo, tem logo a ingrata surpresa. A cada eleição, a parcela minoritária, que vota no excêntrico, escolhe outro excêntrico.

É necessário sermos verdadeiramente democráticos para entendermos a democracia de modo a deixá-la funcionar. E isso sem esse excesso de zelo que uma parte da classe média gosta de mostrar que possui. Aliás, essa classe média é exatamente aquela que vota naqueles que também são excêntricos – os excentricamente conservadores, os excentricamente tecnocratas, os excentricamente pobres-eternos, mesmo quando isso seja uma grande mentira."

©2010 Paulo Ghiraldelli Jr., filósofo, escritor e professor da UFRRJ.
(http://ghiraldelli.pro.br/2010/09/01/deu-tiririca-na-democracia/)